<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?>
<rss version="2.0">
<channel>
	<title>Anuncios</title>
	<description></description>
	<link>http://www.ssforum.com.br/index.php</link>
	<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 09:18:50 -0300</pubDate>
	<ttl>5</ttl>
	<item>
		<title>Novo Saint Seiya para os consoles de 7ª geração está próximo!</title>
		<link>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1277</link>
		<description><![CDATA[Notícia extraída do site <b>GameVicio.com.br</b>:<br /><br /><img src="http://img842.imageshack.us/img842/3268/saintseiyaonline01.jpg" border="0" class="linked-image" /><br /><br /><i>"A 2 anos atrás a SEGA junto com a Bandai Namco estavam planejando o lançamento de "Saint Seiya online" que sairia em Agosto de 2009, infelizmente o game foi cancelado o que entristeceu muitos fãs dos Cavaleiros. Mas uma luz no fim do túnel apareceu durante uma entrevista com o criador de Saint Seiya. Esta entrevista era uma prévia para o novo anime dos Cavaleiros "Saint Seiya Next Dimension" que conta uma historia 200 anos antes da Saga original, em uma das perguntas o proprio criador disse estar envolvido na produção de um novo game que pode ser anunciado para PS3,Wii,Xbox360. Até o momento nada foi divulgado o anime provavelmente sai ano que vem, a entrevista foi realizada em maio deste ano mas nada foi divulgado ate o momento."</i>]]></description>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 18:54:42 -0300</pubDate>
		<guid>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1277</guid>
	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[[Band] Emissora corrige seus erros!]]></title>
		<link>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1240</link>
		<description><![CDATA[A <b>Band </b>corrigiu os erros que vinha cometendo com a transmissão da série <b>“Os Cavaleiros do Zodíaco”</b>. Os fãs de todo o Brasil que assistiram a série hoje, se surpreenderam ao assistir pela primeira vez um episódio sequencial, visto que vinham assistindo os episódios pulados até então.<br /><br /><b>Confira como foi a transmissão:</b><br /><br />As <b>7:30</b>, foi exibido <b>Max Steel </b>para a região da <b>grande São Paulo</b>.<br />As <b>8:00</b>, <b>Os Cavaleiros do Zodíaco </b>foi exibido <b>para todo o Brasil</b>, com episódio único: <b>“Ikki morre corajosamente por amizade!”</b><br /><br />Depois a programação da emissora seguiu normalmente.<br /><br />Esperamos que a emissora continue acertando!<br />]]></description>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 09:49:58 -0300</pubDate>
		<guid>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1240</guid>
	</item>
	<item>
		<title>CONCURSO DE FANFIC ENCERRADO!</title>
		<link>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1231</link>
		<description><![CDATA[<!--coloro:#9ACD32--><span style="color:#9ACD32"><!--/coloro-->Depois de muito ler e reler as 12 Fanfics, cada jurado fez sua escala, que continha até 5 posições, cada uma delas xxx numero de pontos, somando no fim, os pontos das três escalas. E é obvio que a  Fanfic que mais conseguiu pontos foi a vencedora.<br /><br />E é com grande honra que anuncio agora, o grande Campeão do primeiro concurso de Fanfics do SSfórum, que é.................... que é............. (Aprendi o suspense do CZ nos últimos meses uehuehue )  QUE É VOCÊ  <!--sizeo:2--><span style="font-size:10pt;line-height:100%"><!--/sizeo--><!--coloro:#0000FF--><span style="color:#0000FF"><!--/coloro-->RYO<!--colorc--></span><!--/colorc--><!--sizec--></span><!--/sizec-->!!!<br /><br /><br />Paulo Pinheiro, participou com a Fanfic : <!--coloro:#0000FF--><span style="color:#0000FF"><!--/coloro-->O RETRATO DO CORAÇÃO<!--colorc--></span><!--/colorc-->. Sem duvidas seu trabalho ficou muito completo, único e muito criativo.<br />Parabéns, você terá sua Fanfic animada pelo CZ Seiya, e por extremo mérito.<br /><br />Obrigado a todos os que participaram, e até o ano que vem. (Abraço em especial ao Matheus, ao Gustavo, e aos 12 participantes)<br /><br /><!--coloro:#0000FF--><span style="color:#0000FF"><!--/coloro-->Abaixo a Fanfic Vencedora:<!--colorc--></span><!--/colorc--><br /><br /><!--coloro:#9ACD32--><span style="color:#9ACD32"><!--/coloro-->É madrugada, O Santuário é iluminado apenas pela luz da lua, suas tochas que fazem sombras tão assustadoras quanto os ventos uivantes passando pelas fendas das estruturas em ruínas das terras de Atena. Os únicos que ousam estar neste horário pelas redondezas são os bravos soldados da deusa, que por lá ficam de vigia. Faça chuva, faça sol, estes guerreiros se mantêm prostrados em defesa, mesmo que seu inimigo seja a besta mais avassaladora conhecida. Esta é a classe mais baixa da confraria da Deusa Atena. Mas não se deve julgar um guerreiro pela sua classe.<br />Por toda história, sempre se demonstrou, que mesmo os guerreiros de classe mais baixa, no ato desesperado de lutar pelo que acredita ou pelo que ama, aumentam seus cosmos de um modo que, por um breve momento, ultrapassa até o considerado mais poderoso.<br /><br />VILA RODÓRIO – ATENAS – 1º DE OUTUBRO 1974<br /><br />Uma dupla de soldados passa pela vila para assegurar que todos os moradores que estão nos arredores do Santuário, não se sintam inseguros. Um ataque ao santuário inevitavelmente traria vítimas a essa aldeia. Quase todas as casas estão com suas luzes apagadas. Eles passam por um corredor de casas e apenas uma delas está com uma luz trêmula. Adentrando a casa, nota-se a sombra de alguém que está pintando um quadro. O quarto da pobre casa contém apenas um cavalete, algumas telas em branco, uma cama e uma escrivaninha de madeira bem rústica, porém ao lado dela, existe algo que traz um contraste absurdo com tudo aquilo: Uma espécie de uma caixa metálica com o símbolo de cavalete. É uma das 88 sagradas armaduras de Atena. A Armadura de Bronze de Pintor!<br />Mesmo tendo uma morada tão desafortunada, ele parece ser movido por uma força sublime. Seus movimentos são fascinantes e ele pinta com um ímpeto divino. Seus bruscos movimentos, parecem quase rasgar suas telas. Porém o resultado é impressionante, é um traço estilo Hindeloopen. Obviamente uma arte passada por seus ancestrais. A pintura em questão é uma linda tela de Atena, como em sua estátua, já adulta, com longos cabelos encaracolados e castanhos, em um belo jardim existente ao fim da Vila Rodório. Era um presente a deusa, que acabara de completar um mês de vida.<br />- Sinto-me feliz, nossa deusa acaba de reencarnar e tudo está em sua mais perfeita harmonia. Horácio está a terminar os aposentos do grande mestre e acho que este quadro trará alegria a pequena deusa.<br />Aert pega a tela já terminada e a põe em sua escrivaninha apoiada na parede. Ele a aprecia por um tempo, sorri e em seguida arruma todo seu material, colocando uma outra tela limpa no cavalete. Por um breve momento, ele olha para a tela vazia, suspira de vontade de pintar novamente, mas sabe que não pode ficar até mais tarde. Ele então olha pela janela para respirar um pouco de ar puro antes de se deita,r e então aprecia atentamente a lua. Mais uma vez, um belo sorriso é lançado pelo rapaz, mas um estalo vem a sua mente, então ele volta correndo para sua cadeira que fica em frente à tela, e impulsivamente retoma seus trabalhos de pintura, sem mais se importar com o horário.<br />Horas se passam e ele ainda não terminou seu quadro. Este parece estar dando muito trabalho a ele.<br />- Droga, sem algo para me servir de referência, nunca conseguirei terminar algo tão... tão... lindo e... Perfeito.<br />Ele leva a mão à cabeça, tentando fazer com que a inspiração retorne, enquanto a palavra ‘perfeito’ ecoa nos céus de Rodório. Alguns segundos depois, escutam-se barulhos de corpos caindo, são os dois soldados que estavam fazendo ronda na vila. Eles desmaiaram.<br />Aert continua tentando terminar seu trabalho, mas por mais que ele tente, ele só se irrita cada vez mais.<br />- Impossível! Eu.... Odeio terminar algo sem ter certeza do que estou fazendo!<br />E então uma bela e doce voz chega aos ouvidos do jovem pintor que fica rígido como uma rocha.<br />- Sem uma modelo sim, mas já que está se empenhando tanto para fazê-lo, eu darei a você a honra de finalizar sua arte.<br />- Vo... Você é...?<br />A grandiosa deusa da Lua desce a terra por perceber que estava sendo retratada tão fielmente, mesmo sem ao menos o artista tê-la visto alguma vez em sua vida. Ela se deita na cama de Aert e ao fazê-lo a vela de sua cabeceira se acende.<br />- Não se retraia por ter a mim em sua presença. Apenas termine o que estava fazendo, pois sei que ninguém no mundo poderia retratar a mim como você pode.<br />- Mas como pode, você é.... Idêntica ao que eu imaginava...<br />- Apenas faça.<br />Simplesmente apavorado, mais ao mesmo tempo extasiado com a presença da bela deusa da caça, Aert tenta se concentrar o máximo possível. Mas manter toda sua arte e expressividade sobre tanta pressão, é algo dificílimo até para um treinado cavaleiro. Ele troca a vela que estava ao seu lado, pois a mesma estava quase acabando. Repõe todas as tintas de sua paleta, molha seu pincel e continua seu trabalho. Ele está suando e Ártemis apenas o observa criando sua arte. O jovem pensa consigo mesmo:<br />- Se ela gostar de minha arte terei a gratidão de uma deusa, mas se ela não gostar... Não sei nem o que pode vir a me acontecer. O estranho é que não estou com medo. Sinto como se toda minha alma estivesse empenhada pra dar o melhor de mim, para retratar a obra mais perfeita que já fiz em minha vida.<br />A noite vai passando e ele continua pintando. A vela vai diminuindo. Quando ele dá sua última pincelada para o toque final, as velas se apagam. Tudo fica escuro. Aert fica paralisado de medo. E então sente um toque em seus ombros, as mãos deslizam pelo seu peito e então, surgem como um abraço por trás dele. A luz da lua entrando pela janela, ilumina o suficiente para mostrar os três, Ártemis abraçando Aert e por trás, a linda e perfeita pintura.<br />- É perfeita! Como pôde saber como era minha fisionomia?<br />- Eu... eu não sei, eu apenas... Observei a Lua e sua imagem veio em minha mente. E um impulso incomum tomou meu corpo, para que eu começasse a pintá-la.<br />A luz da Lua começa a ser eclipsada pelos primeiros raios de Sol.<br />- É uma arte tão linda... Um artista como você deve ser recompensado por isto. Na próxima noite, eu virei até aqui quando ela estiver pronta, para buscá-los pessoalmente.<br />Ártemis vai se desfazendo no ar enquanto a luz do Sol invade o quarto.<br />- Mas ela já está pronta, espere!<br />Ártemis desaparece. Aert fica decepcionado, pois não entende o por quê dela dizer: “Quando ela estiver pronta”. Em seguida, olha para o quadro e percebe que ele não o assinou. Ele fica feliz quando percebe isso, e mais ainda, quando ele realmente entende toda sentença da frase dela:<br />- “Eu virei até aqui quando ela estiver pronta, para buscá-los pessoalmente.”<br />- Buscá-los....<br />Balbucia Aert.<br />Em seguida ele molha seu pincel para tirar a tinta anterior, passa-o em seguida na paleta onde está a tinta preta e coloca sua assinatura. Não conseguindo parar de olhar para a tela que pintara, ele a pendura na parede, deita-se em sua cama e fica olhando para ela. Mesmo amanhecendo seus olhos pesam e se fecham, antes olhando na direção da tela.<br />A luz forte que entra pela janela e o cobre, parece não o incomodar, mas a falta dela, algumas horas depois, sim. Ele percebe que a luz não está mais entrando direito no quarto e então estranha, abrindo os olhos logo em seguida. E então fica apavorado quando percebe quem está a sua frente.<br />É ninguém menos que Apolo, o deus sol.<br />- Humano! Como ousa!?<br />Aert não consegue dizer uma só palavra, ele está pálido.<br />- Como pode sequer passar por sua cabeça, que a minha irmã poderia ter sentimentos por um Humano, mais uma vez? Acha que sua mente não é um livro aberto para mim?<br />- “Mais uma vez”?<br />- Silencio!<br />Aert, está quase em choque.<br />- Uma vez, um humano chamado Órion, sujou a imagem de minha irmã. Como punição, ele fora morto pelo mesmo modo que ele mais gostava de viver: Caçando. E pelas mãos de quem ele mais amava.<br />- O que você....<br />- O que vou fazer? Você merece algo pior do que o inferno de Hades o proporcionará! Darei a você o inferno em vida. Todo seu propósito ruirá!<br />- Não, por favor!<br />Apolo olha para o quadro de Ártemis e então ele começa a pegar fogo.<br />- Não!!!!<br />Aert corre em direção a ele, tenta tirá-lo da parede, mas ele queima suas mãos e ele o deixa cair. Tentando apagar o fogo, ele tira sua camisa para abafar as chamas, mas isso parece não surtir efeito. Ele vê o rosto da deusa que o inspirou, derreter junto com toda a tela. As chamas consomem vigorosamente e sua obra é carbonizada, sobrando apenas restos da madeira queimada que a moldavam. O jovem começa a chorar, suas lágrimas pingam em cima das cinzas e então ele grita:<br />- Por que!? Porque eu não posso....<br />Ele se vira tentando gritar com o deus, mas ele já não está mais lá.<br />Ele está triste. Ele olha para suas mãos levemente queimadas, mas sabe que isso não o impedirá de pintar. Ele logo prepara outra tela, e então já começa a refazer o quadro que ainda continua em sua mente.<br />Ele quase não dormiu, mas isso não importa para ele. Nada é mais importante do que terminar o quadro de sua musa inspiradora. Mas... Algo parece estar errado. O que ele fazia facilmente horas atrás, está tendo uma dificuldade horrível.<br />- Mas o que? O que está acontecendo?<br />Ele não entende o por quê de não estar conseguindo reproduzir o quadro. Reproduzir qualquer tipo de arte sempre foi deveras fácil para ele. Mas parece que agora não está sendo. Impressionado com o que está acontecendo, ele ignora o quadro de Ártemis e tenta fazer algo mais simples, como uma paisagem. Ele tenta por horas e não consegue nenhum bom resultado. Procurando outras telas para pintar, ele acha a tela que ele fez para Atena. Mas ela está irreconhecível, um resultado pior do que o de um amador. Isso o faz entrar em pânico.<br />- Não, não, não. Isso não pode ser verdade! Por que? Por que!?<br />Então alguém bate na porta. É seu amigo Fídias. Ele parece ser um cavaleiro, já que está com uma caixa de pandora nas costas. Ele percebe Aert trêmulo, nervoso, e entra para ajudá-lo.<br />- Ei Aert, o que houve? Você está bem?<br />- Fídias... Minha arte.... Ela se foi.<br />- Como assim? Você sempre foi um grande pintor, como pode ter perdido isso da noite para o dia?<br />- Eu... eu...<br />- Acalme-se, vou buscar um copo d’água e você me conta tudo aos poucos.<br />Fídias vai buscar água para ele, os dois sentam-se na cama juntos e Aert explica tudo detalhadamente para seu amigo que fica pasmo.<br />- É uma história realmente muito difícil de acreditar. Você tem certeza de que está bem mesmo?<br />- Na verdade, melhor do que nunca. Isso que aconteceu comigo agora, só tem uma explicação. Apolo me amaldiçoou.<br />- Amaldiçoou?<br />- Ártemis disse que viria nos buscar, a pintura e a mim, quando ela estivesse pronta. Então... Eu tenho que ir.<br />- Aonde vai?<br />Aert pega sua caixa de pandora, a coloca nas costas. Pega uma de suas telas vazias e abre a porta de casa dizendo:<br />- Se um deus colocou essa maldição em mim, a única que pode retirar essa maldição é uma deusa também.<br />- Ei, espere! Eu também estou indo falar com o grande mestre, eu terminei de esculpir sua casa de banho!<br />Fídias diz isso gritando e correndo atrás de Aert, que já está um pouco longe. Ele deixa a mostra o símbolo de sua armadura de bronze, é a armadura de escultor.<br />Chegando ao templo do grande mestre, Aert e Fídias se encontram com os soldados que guardam o portão do grande mestre, eles os concedem passagem. Ao entrarem e encontrarem o Grande Mestre, eles fazem suas devidas reverências. O Grande Mestre os libera, e então Aert toma a palavra.<br />- Meu senhor, peço encarecidamente que eu possa me encontrar com nossa deusa. Fui acometido de uma maldição divina, e creio que a única que pode me livrar de tal mal é a nossa própria deusa.<br />- Sabes, muito bem que Atena não está à disposição de seus cavaleiros para atender seus meros caprichos. Ela acabou de reencarnar e não está apta ainda a conceder ajuda, mesmo que seja a um de seus guerreiros.<br />- Você não entende. Eu preciso da benção da nossa deusa.. Eu... Desejo abdicar de meu cargo de cavaleiro.<br />- O que!? O que você disse!? – Exclama Fídeas desesperado.<br />- Eu... Não posso mais ser um cavaleiro de Atena e gostaria de me desculpar pessoalmente com ela.<br />- Me desculpe cavaleiro, mas infelizmente eu não posso conceder esse pedido a você. Ninguém pode vê-la nesse momento. Sinto muito.<br />- Eu não estou pedindo permissão... Farei isso mesmo que seja contra sua vontade.<br />- Aert!? Está maluco? Desafiando a vontade do Grande Mestre? O que deu em você?<br />- Meu senhor, não de ouvidos a ele, ele está insano! Está fantasiando com a deusa Ártemis desde cedo, ele está delirando.<br />- Ártemis!? A deusa da Lua contatou você?<br />- Foi mais que um contato, nós tivemos um momento em que nossas almas puderam se compreender, e isso é algo único.<br />- Se teve contato com a deusa da Lua, é mais um motivo para que eu não deixe chegar perto de nossa deusa.<br />- Eu já disse que não pedi permissão!<br />A armadura de Aert sai de sua caixa de pandora, deixando à mostra a forma de sua armadura montada, a qual forma um belo cavalete com a tela de pintura e os pincéis sobre ela. A mesma se desmonta, e corretamente se adere as partes do corpo nas quais elas devem proteger. Ele está pronto para batalhar. Batalhar contra o Grande Mestre!<br />Ele puxa seus pincéis e se prepara para atacar. O papa nem ao menos se mexe. Mas antes que ele possa acertá-lo, seu amigo Fídeas o impede, segurando suas mãos.<br />- Onde está com a cabeça? Atacando o Grande Mestre? Tem noção da gravidade do que está fazendo?<br />- Fídeas, por favor, não se intrometa, não quero machucar você.<br />- Acha que vou permitir que você continue com sua auto destruição? Nem mesmo que eu tenha que te derrotar aqui mesmo, se for para te salvar de um futuro pior, eu o farei!<br />Fídeas o chuta, jogando-o longe. Aert puxa seus pincéis e começa a tentar desenhar algo, o cavaleiro de escultor está preocupado, pois sabe que suas pinturas tomam vida e são muito perigosas, mas ele parece não conseguir fazer desenho algum com seus pincéis.<br />- Minhas mãos, elas perderam mesmo a habilidade.<br />- Então desista dessa investida sem futuro.<br />- Só quando minha vida se esvair.<br />- Então, que ela se esvaia pelas mãos de uma pessoa que se importa com sua honra!<br />Fídeas então se dá completamente nessa batalha e então, usa sua técnica HAMMER SMASHDOWN (MARTELO ESMAGADOR). Ele puxa da lateral de sua armadura, o martelo e o cinzel de escultor e com o martelo, queimando seu cosmo, ele acerta diretamente o chão. Sentido o cosmo hostil dos dois, os guardas da décima terceira casa entram no salão. Eles são surpreendidos pela gigantesca onda de choque que segue na direção de Aert e deles. Apavorados, eles gritam já esperando a morte certa, mas o cavaleiro de pintor detém o ataque com suas próprias mãos, mesmo sabendo a conseqüência disso. Os punhos da armadura são devassados pelo grande poder de ataque que é contido por suas mãos. E então, com um esforço sobre humano, ele consegue rasgar o ataque em dois, mesmo tendo uma frágil aparência física. Ele joga a pressão dos dois ataques para as paredes, causando uma grande destruição. Os soldados estão realmente impressionados, porém não é só eles que ficam. O Grande Mestre parece se espantar com o que viu.<br />Olhando preocupado para trás, em direção aos soldados, Aert não percebe a vinda de Fídeas, que com seu cinzel lhe dá um profundo corte na barriga. Quando o segundo golpe vai ser disparado, ele o apara com um de seus pincéis, mas ele é destruído pelo golpe. O cavaleiro de Escultor está realmente lutando com tudo que tem.<br />Aert apenas esquiva dos ataques de cinzel de Fídeas, que não entende o porquê dele não atacá-lo fisicamente. Isso o irrita profundamente.<br />- Vamos! Você não estava disposto a atacar o Grande Mestre? Porque não ataca a mim!?<br />Aert nada fala, apenas continua esquivando e esquivando, rodeando toda a sala do mestre. O sangue de seus pulsos e barriga respingam por todo salão. Em uma das investidas, ele chega a espirrar nos pés do Grande Mestre, que apenas olha a situação.<br />Na contínua batalha, Fídeas fica nervoso pelo modo de batalhar de seu amigo, e então com seu cosmo, faz um corte de ar com seu cinzel, que acerta o peito da armadura de pintor. O mesmo resiste, mas é empurrado para longe.<br />- Peça perdão por tudo que fez, e tenha uma morte digna! Não fuja como um covarde!<br />- Eu não vou pedir perdão... Eu ainda tenho... Uma coisa a fazer!<br />- O que?!<br />Aert começa a queimar seu cosmo, então seu sangue começa a mudar de cor. Ele se torna colorido, o que assusta a todos. Agora com uma visão de todo o salão do Grande Mestre, percebe-se que todo o caminho pelo qual ele percorreu na fuga dos ataques de seu amigo, era apenas para criar um grande círculo com um pentagrama dentro, feito de seu próprio sangue. O sangue de vermelho começa a tomar várias cores diferentes e depois começa a brilhar e se espalhar criando várias escritas em grego.<br />- Mas o que você está fazendo? O que é isso?<br />- Isso é o que deixará o meu destino prosseguir. BETA PICTORIS!<br />As luzes se desprendem do chão e sobem até o teto do templo, bloqueando os movimentos e o cosmo de quem o toca. Até mesmo o Grande Mestre, está preso pela pequena parte que atingira seu pé.<br />- Mas como? Isso apenas Cláusio, um antigo cavaleiro de ouro que ajudou a selar deuses em batalhas, poderia fazer.<br />- Cláusio foi um ancestral meu que passou seus conhecimentos de geração por geração. E eu, o único a me tornar cavaleiro de sua prole, fui capaz de reproduzir tal feito. Agora se me dão licença, tenho algo a fazer.<br />- Não faça isso! As conseqüências para quem não sabe controlar são....<br />Ambos, o Grande Mestre e Fídeas tentam se soltar para impedir o que ele está para fazer, mas é impossível de se soltar de um selo capaz de prender os deuses. Aert pega a tela que ele deixou no local e segue até o quarto da deusa. Ele encontra o bebê e chega perto dela. Ajoelha-se perante a mesma e parece sussurrar algo. Depois de um tempo, ele pega a tela, e começa a pintá-la, percebendo que seu talento voltou. Seu olhos começam a lacrimejar. O Grande Mestre pode pressentir o que está acontecendo lá, e entra em pânico. Se Ártemis for evocada, mesmo que sua intenção seja apenas levá-lo, estando Atena tão frágil e desprotegida lá dentro, pode ser um mal terrível.<br />Aert está sangrando muito, a tensão é imensa. De um lado Aert, dando tudo de si para acabar o quadro antes que ele morra de hemorragia, do outro, os dois devotos de Atena tentando fazer de tudo para se soltar. Aert, quase sem forças, está terminando seu quadro. E com a última força de sua alma, ele consegue dar a pincelada final de sua assinatura. Seu corpo não agüenta mais, e ele cai morto.<br />Com o selo desfeito, O grande mestre e Fídeas correm desesperados para destruir o quadro, para que Ártemis não seja trazida até o local. Mas a cena mais inesperada se confirma, no momento em que eles estão prestes a destruí-lo. O quadro não é de Ártemis, e sim da linda bebê Atena, em seu berço, com um lindo sorriso de felicidade.<br /><!--colorc--></span><!--/colorc--><br /><!--colorc--></span><!--/colorc-->]]></description>
		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 22:36:55 -0300</pubDate>
		<guid>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1231</guid>
	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[[Band] "Os Cavaleiros do Zodíaco" voltam ao horário "normal"!]]></title>
		<link>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1211</link>
		<description><![CDATA[Hoje <b>Os Cavaleiros do Zodíaco</b> voltaram a ser exibidos no <b>horário "normal"</b>. Ontem a série foi exibida mais tarde devido a transmissão da Liga Mundial de Volei Feminina, que atrasou a programação da emissora. <br /><br />Confira como está a transmissão:<br /><br /><b>7:30</b> - Primeiro episódio do dia / <b>Apenas para a região de SP</b><br /><b>8:00</b> - Segundo episódio do dia / <b>Para todo o Brasil*</b><br /><br />*Algumas regiões do estado do RJ não assistem, devido a programação local.<br /><br /><br /><br />]]></description>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 08:53:22 -0300</pubDate>
		<guid>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1211</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Concurso de Fanfics.</title>
		<link>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1210</link>
		<description><![CDATA[<!--coloro:#9ACD32--><span style="color:#9ACD32"><!--/coloro-->Primeiramente quero agradecer a todos os que enviaram suas Sagas aleatórias e dizer que estou muito feliz pelo CZ ter me dado a oportunidade de gerenciar o primeiro concurso de Fanfics do SSfórum.<br /><br />Foram mais de 35 trabalhos recebidos, mas apenas 12 desses conseguiram cumprir o regulamento do Concurso. Uma pena.<br />Essas Fanfics que estavam foram do regulamento (mais linhas, mais letras, acompanhava foto, estilo de linha diferente, falta de informações) enfim, tiverem uma segunda chance, pois eu retornei a mensagem apontando os defeitos e pedi para que corrigissem, alguns o fizeram corretamente, mas outros, mesmo com os toques, voltavam a me enviar o texto com correções nada significativas, simplesmente ignorando as regras.<br />Isso foi lamentável, e foi necessário desclassificar muita gente boa por esses motivos.<br /><br /><br />O anuncio do vencedor será dito no próximo Domingo, dia 22 de Agosto ~ Vocês podem dar suas opiniões sobre as Fanfics nesse tópico ( Mas não adianta suplicar para que agente escolha a que você mais gostou,  até por que os comentários não vão interferir em nossa decisão)<br /><br />A baixo as Fanfics contendo ao lado o Nome, Nick, e o Titulo da mesma (Postadas em ordem aleatória)<!--colorc--></span><!--/colorc--><br /><br /><br /><br /><!--coloro:#9ACD32--><span style="color:#9ACD32"><!--/coloro--><!--sizeo:2--><span style="font-size:10pt;line-height:100%"><!--/sizeo-->WILLIAM (Sky Cloth no Shô ) - O FANTASMA DOURADO<!--sizec--></span><!--/sizec--><!--colorc--></span><!--/colorc--><br /><br />Após deixarem Saori, Seiya e os demais no avião que partia para o Santuário, os Cavaleiros de Aço conversavam entre si, o porque da ausência de Ikki. Sobre Shiryu, sabiam que estava em Rozan. Enquanto saíam da pista do aeroporto particular da Fundação Graad, foram abordados por um estranho oculto sob um manto e uma máscara, que dizia estar ali para impedir que a "falsa" Athena partisse para o Santuário. Imediatamente os três entraram em formação de defesa e sorriam meio que debochando do estranho, ao explicar, uma vez que o avião já estava longe.<br /><br />Respondendo em igual tom de deboche, que estava tudo bem, este salta sobre os três e corre na direção em que o avião estava, em segundos saltou a cerca que separa o aeroporto de alguns metros de chão comum. Uma área de segurança para os pousos e decolagens. Logo após havia o mar. Correram por esta área até chegar no porto, fora da vista. A figura então, retira o manto e revela quem era àqueles que estavam em seu encalço, apenas pelo incômodo que eram ao perseguí-lo. Surge uma capa branca sob o manto, e o misterioso estranho usava uma armadura que emitia um brilho dourado. Surpresos, os três param e observam melhor seu adversário, declarando que não podem deixar que ele passe, seja quem for. Apesar de nunca terem de fato, encontrado alguém parecido, ouviram relatos dos amigos Cavaleiros de Bronze sobre o encontro com Aiolia de Leão. Sabiam então, que estavam diante de um Cavaleiro de Ouro. No entanto algo está diferente. O rosto deste adversário, é negro como as trevas e onde deveria estar sua pele está a forma humana em cor negra como a morte. é como se a Armadura de Ouro estivesse sendo usada por uma sombra.<br /><br />Em uma voz soturna e sombria, o "Cavaleiro de ouro" diz que não pode mais ser interrompido e que o tempo é seu inimigo, mas não os três garotos. Se eles o deixarem em paz, não terá de matá-los. A resposta vem imediatamente. As três Armaduras de Aço surgem subitamente! A Armadura de Aço do Céu vem voando por sob um galpão abandonado e imediatamente se acopla ao corpo de Shô. A Armadura de Aço do Mar por sua vez, vem pelo mar ao lado do porto deserto e salta da água para se equipar em Ushio e a Armadura de Aço da Terra vem correndo como um carro em alta velocidade dando a volta no mesmo galpão que Céu sobrevoou e passa a proteger Daichi. O Cavaleiro de Ouro pergunta quem são eles afinal, pois nunca viu tais armaduras antes. Os três respondem que são os Cavaleiros de Aço, e que não permitirão que ele ataque Athena, pois é o mínimo que poderiam fazer, já que não foram junto ao Santuário. Decididos à enfentar o desconhecido, os três se preparam.<br /><br />Seu adversário então declara que eles sentirão o peso de tão errada decisão e se arrependerão de enfrentar o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos. Com um movimento de braços, um cosmo imenso se ergue, e surge o brilho dourado em seus punhos. O misterioso Cavaleiro, prepara sua Explosão Galáctica! Instintivamente, como contra Algol e Aracne, Shô leva o punho esquerdo, com o dispositivo para absorver cosmo à frente e o golpe enfim é disparado. Tudo ao redor é arremessado para longe ou destruído, ou ambos. No entanto, Shô absorve o que que consegue do golpe, enquanto Ushio usa o dispositivo de seu capacete para alterar a frequência da cosmo energia disparada contra eles em algo menos agressivo. Daichi, mal conseguia ficar de pé. Todo o resto ao redor é afetado.<br /><br />Surpreso, o Cavaleiro gargalha ao ver o estado de seus adversários. Sujos e acuados, mas de pé. Com sua voz sombria diz estar surpreso que três ratos que sequer emanam cosmo energia suficiente para ser notada tenham ficado de pé diante de tamanho poder. Aquela parte do porto, está aos pedaços. Apenas a parte onde os três estavam tinha poucos danos. Ao sinal de Shô, Daichi e Ushio correm com coragem, em direção ao adversário e começam a [s]circulá-lo, na velocidade do som, e subindo./b]. Este, os ridiculariza, perguntando se é alguma brincadeira de criança, mas a voz muda para um tom mais sério ao perceber que seu corpo está sendo erguido pela ventania gerada pelos dois garotos correndo acima da velocidade do som. Percebendo que não há como endireitar o corpo sem um local para se apoiar, é arremessado para cima devido ao golpe dos garotos, o Furacão de Aço. Ao terminar de performá-lo, Daichi e Ushio voltam para junto de Shô. Ao cair, o adversário atinge o chão com força, mas ainda assim, rindo, dizendo ter sido uma experiência divertida. Então, se põe de pé, e diz que está cansado de brincar com os animais de estimação de Athena, o que enfurece os garotos.<br /><br />Retomando o ataque de minutos atrás o Cavaleiro de Gêmeos começa a caminhar em direção aos três, passos bem lentos, para assustá-los. A cada passo dado sua risada fica mais e mais assustadora, e os Cavaleiros de Aço se vêem forçados à recuar um pouco. Antes que se dessem conta, estavam encurralados contra uma parede de um dos inúmeros galpões, sem saída. Como que fosse finalizar apenas com sua voz, o Cavaleiro sem rosto brada o nome de outro golpe, exclamando que os três lamentariam ficar contra ele, muito longe dali. A porta para uma Outra Dimensão, era aberta. Com um simples movimento de braços, um cosmo absurdo envolve o local, e sobre a água abre-se um portal que suga tudo o que está próximo para dentro de uma visão abissal. Sugados para tal local, Ushio e Daichi se agarram às mãos oferecidas por Shô, que voando com sua armadura, consegue escapar do portal. No entanto, este continua os sugando enquanto Shô continua os propelindo para fora. Um impasse. Gritando para que Daichi segurasse a mão de Ushio, para que seu punho esquerdo fosse liberado, Shô o posiciona à frente, como que procurando alcançar algo. A potência do vôo começa a diminuir, os levando para dentro do portal. A mão aberta em desespero parece tentar alcançar um ponto seguro imaginário em um vôo infinito, diante da gargalhada do assustador Cavaleiro de Ouro de Gêmeos, enquanto seus amigos, se desesperam diante de um golpe tão assombroso.<br /><br />Subitamente, quando tudo parecia perdido, Shô aumenta a potência dos jatos das botas e fecha o punho esquerdo. Em menos de um segundo, estava diante do capacete do oponente com o punho esquerdo a menos de um palmo de distância de onde deveria estar o nariz deste. Sem que o adversário esperasse por isso, Daichi e Ushio agarram suas mãos, enquanto, com um grito de alívio e um sorriso estampado no rosto, Shô libera todo o cosmo da Explosão Galáctica que absorveu antes, neste único ponto. O elmo voa longe, revelando que a Armadura de Ouro estava, na verdade, vazia! No entanto, mesmo com o elmo longe, a voz ainda vinha da armadura, dizendo que eles tiveram sorte. A "falsa" Athena se aproximava da Grécia em seu jato com os "traidores", e ele teria de dar atenção à isso, mas que ele voltaria para terminar assim que tivesse acabado com o grupo que estava chegando. Então, a Armadura de Gêmeos se desmontou em um brilho dourado e se montou em sua forma representativa da constelação, e voou para longe, por cima do mar, em velocidade absurda. Parecia um cometa dourado.<br /><br />Os três respiravam aliviados, Daichi chegou a sentar-se. Com um movimento positivo com a cabeça, Shô deu sinal à Ushio para que informasse o ocorrido, pelo comunicador do capacete da Mar, ao jato onde Saori se encontrava. Assim ela poderia ter mais informações do que os esperava. Mais relaxados, Ushio perguntou se tinham vencido um Cavaleiro de Ouro, apesar de Daichi já estar comemorando. Shô responde que não venceram, mas sim, sobreviveram. E que talvez tenham tido apenas sorte, uma vez que os sensores das Armaduras de Aço não gravaram imagens da parte "escura" da pele do adversário, mas sim, apenas a Armadura de Gêmeos se movendo, como que sem corpo humano a vestindo. Shô entende que seu oponente nunca esteve ali, mas sim, que devia estar controlando sua armadura de muito longe, e ainda assim tinha aquele nível de poder. Explica aos amigos que era esse tipo de inimigo que Saori e os demais estavam indo enfrentar.<br /><br />Apesar de preocupados, só resta agora, torcer pelo sucesso dos amigos no Santuário, na Grécia. Retornam então, à Fundação Graad, onde continuam a treinar para que sempre possam ajudar se preciso. Ficam a lembrança de um poderoso "fantasma dourado", e os dados do combate gravados pelas Armaduras de Aço. O novo programa de treinamento será baseado no combate contra um Cavaleiro de Ouro. E se novas adversidades desse nível se colocarem perante os três, desistir, nunca. Render-se, Jamais. Superação, sempre!<br />~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~<br /><br /><!--sizeo:2--><span style="font-size:10pt;line-height:100%"><!--/sizeo--><!--coloro:#9ACD32--><span style="color:#9ACD32"><!--/coloro-->EDUARDO (Eduardo wn) SHAKA E BUDA<!--colorc--></span><!--/colorc--><!--sizec--></span><!--/sizec--><br /><br />    Sidarta - cujo nome significa "aquele cujo objetivo é atingido" - nasceu em uma família nobre, por volta do ano 560 AC., na cidade de Kapilavastu, no Nepal. <br />     Conta a lenda que no momento em que sua mãe fazia amor com seu pai, ela teve uma visão: seis elefantes, cada um com uma flor de lotus nas costas, caminhavam em sua direção. No instante seguinte, Sidarta era concebido.<br />     Durante sua gestação, a rainha Maya, sua mãe, resolveu chamar os sábios de seu reino para interpretar a visão que tivera e eles foram unânimes em afirmar: a criança que estava para vir ao mundo seria um grande rei ou um grande sacerdote. <br />     Sidarta teve uma infância e uma adolescência muito semelhante à nossa; seus pais não queriam, de jeito nenhum, que ele tomasse conhe cimento da miséria do mundo. Assim, vivia confinado entre os muros do gigantesco palácio onde seus pais habitavam e onde tudo parecia perfeito e harmonioso. Casou, teve um filho e conhecia apenas os prazeres e as delícias da vida. <br />     Entretanto, quando completou 29 anos, pediu certa noite a um dos guardas que o levasse até a cidade. O guarda reclamou, já que o rei podia ficar furioso, mas Sidarta foi tão insistente que o homem terminou por ceder, e os dois saíram. <br />     A primeira coisa que viram foi um velho mendigo, de olhar triste, pedindo esmolas. Mais adiante encontrou um grupo de leprosos, e logo em seguida um cortejo fúnebre passou. "Nunca tinha visto isso!", deve ter comentado com o guarda, que possivelmente replicou: "Pois trata-se de velhice, doença, e morte." Voltando para o palácio, cruzaram com um homem santo, de cabeça raspada e vestido apenas com um manto amarelo, que dizia: " a vida me aterrorizava, então renunciei à tudo, de modo que não precise encarnar-me novamente e sofrer mais uma vez a velhice, a doença e a morte". <br />     Na noite seguinte, Sidarta esperou que a mulher e o filho dormissem. Entrou silenciosamente no quarto, beijou-os e pediu de novo ao guarda que o conduzisse fora do palácio; ali, entregou-lhe sua espada com o punho cheio de pedras preciosas, sua roupa feita do tecido mais fino que a mão humana podia tecer, pedindo para que devolvesse tudo a seu pai; em seguida, raspou a cabeça, cobriu o corpo com um manto amarelo e partiu em busca de uma resposta para as dores do mundo. <br />     Por muitos anos vagou pelo norte da Índia, encontrando-se com monges e homens santos que caminhavam por ali, aprendendo as tradições orais que falavam de reencarnação, ilusão e pagamento dos pecados de vidas passadas (carma). Quando julgou que já tinha aprendido o bastante, construiu para si mesmo um abrigo na margem do Rio Nairanjana, onde vivia fazendo penitência e meditando. <br />     Seu estilo de vida e sua força de vontade terminaram atraindo a atenção de outros homens que, em busca da verdade, vieram ao seu encontro em busca de conselhos espirituais. Mas, depois de seis longos anos, tudo que Sidarta podia perceber era que seu corpo estava cada vez mais fraco, e as constantes infecções não lhe permitiam meditar como devia. <br />     Conta a lenda que, certa manhã, ao entrar no rio para fazer sua higiene pessoal, já não teve forças para levantar-se; quando ia morrendo afogado, uma árvore curvou seus ramos, permitindo que ele se agarrasse, e não fosse levado pela correnteza. Exausto, conseguiu chegar até a margem, onde desmaiou. <br />     Horas depois, passou pelo local um camponês que vendia leite e ofereceu-lhe um pouco de alimento. Sidarta aceitou, para horror dos outros homens que ali viviam com ele. Achando que aquele santo não tinha conseguido mais forças para resistir à tentação, resolveram deixa-lo de imediato. Mas ele bebeu de bom grado o leite que fora oferecido, achando que ali estava um sinal de Deus e uma benção dos céus. <br />     Animado com a refeição que acabara de comer, ele não deu importância à partida dos antigos discípulos; sentou-se junto à uma figueira e resolveu continuar meditando sobre a vida e o sofrimento. Para testa-lo, o deus Mara enviou três de suas filhas, que procuraram distrai-lo com pensamentos sobre o sexo, a sede, e os prazeres da vida. Mas Sidarta estava tão absorto em sua meditação, que não percebeu nada disso; naquele momento ele passava por uma espécie de revelação, recordando-se de todas as suas vidas passadas. A medida que fazia isso, lembrava-se também das lições que havia esquecido (já que todos os homens aprendem o necessário, mas raramente são capazes de utilizar o que aprenderam). <br />     No seu estado de êxtase experimentou o Paraíso (Nirvana), onde "não há terra, nem água, n em fogo, nem ar, que não é este mundo nem outro mundo e onde não existe nem sol, nem lua, nem nascimento, nem morte. Ali está o fim de todo o sofrimento do homem." <br />     No final daquela manhã, ele atingira o verdadeiro sentido da vida, e transformara-se em Buda (o Iluminado). Mas, ao invés de permanecer neste estado pelo resto de seus dias, resolveu voltar ao convívio humano e ensinar a todos sobre o que tinha aprendido e experimentado. <br />     Aquele que antes se chamava Sidarta, agora transformado em Buda, deixou para trás a árvore sob cujos ramos conseguira atingir a iluminação e partiu para a cidade de Sarnath, onde encontrou os seus antigos companheiros e desenhou um círculo no chão, para representar a roda da existência que leva constantemente ao nascimento e à morte. Explicou que não tinha sido feliz como um príncipe que possuía tudo, mas tampouco aprendera a sabedoria através da renúncia total. O que o ser humano devia buscar pa ra chegar ao Paraíso, era o chamado "caminho do meio": nem buscar a dor, nem ser escravo do prazer.<br />     Os homens, impressionados com aquilo que ouviam de Buda, resolveram segui-lo, peregrinando de cidade em cidade. À medida que escutavam a boa nova, mais e mais discípulos e discípulas se juntavam ao grupo e Buda começou a organizar comunidades de devotos, partindo do princípio que eles podiam se ajudar mutuamente nos deveres do corpo e do espírito.<br />     Em uma dessas viagens, Buda regressou à sua cidade natal, e seu pai sofreu muito ao vê-lo pedindo esmolas. Mas ele beijou seus pés, dizendo: "o senhor pertence à uma linhagem de reis, mas eu pertenço a uma linhagem de Budas, e milhares deles também viviam de esmolas." O rei lembrou-se da profecia que fora feita durante a sua concepção, e reconciliou-se com Buda. Seu filho e sua mulher, que por muitos anos se queixavam de ter sido abandonados, terminaram por compreender sua missão e fundar am uma comunidade onde seus ensinamentos passaram a ser transmitidos.<br />     Quando estava chegando aos oitenta anos de idade, comeu um alimento estragado e soube que iria morrer de intoxicação. Ajudado pelos discípulos, conseguiu viajar até Kusinhagara, onde deitou-se pela última vez ao lado de uma árvore.<br />     Buda chamou seu primo Ananda e disse:<br />     - "Estou velho e minha peregrinação nesta vida está próxima do final. Meu corpo parece uma carroça que já foi muito usada, e mantém-se funcionando apenas porque algumas de suas peças estão precariamente amarradas com tiras de couro. Mas agora basta, é o momento de partir -."<br />     Depois virou-se para os seus discípulos e quis saber se alguém tinha alguma dúvida. Ninguém disse nada. Três vezes fez a pergunta, mas todos permaneceram em silêncio. <br />     Buda morreu sorrindo. Seus ensinamentos, hoje codificados sob a forma de uma religião filosófica estão es palhados por quase toda a Ásia. Consistem, em essência, de uma profunda compreensão de si mesmo e de um grande respeito pelo próximo.<br /><br />Shaka e Buda-Parte 2<br /><br />Sucessor do antigo cavaleiro de Virgem de 1743, Asmita de Virgem. Shaka é conhecido como o homem mais próximo dos deuses por sua capacidade de controlar o cosmo, sendo o primeiro cavaleiro da era atual a alcançar o oitavo sentido. Ele mantém os olhos fechados para acumular o seu cosmo, a ponto de elevá-lo quando abre os olhos. Shaka é dito ser a reencarnação de Buda.<br /><br />O Cavaleiro de Virgem apareceu pela primeira vez quando foi à Ilha da Rainha da Morte para derrotar Jango, porém quando lá chegou descobriu que Ikki já havia derrot ado Jango. Shaka tratou Ikki como uma criança e o fez esquecer daquele encontro, quando se reencontrassem o medo surgiria em Ikki. Este encontro acontece apenas no Mangá.<br /><br />Após isso, Shaka aparece diversas vezes como um Cavaleiro que dá conselhos ao Grande Mestre. Em uma dessas ocasiões, Shaka encontra Aiolia confrontando (com razão) o Grande Mestre, e então é obrigado a enfrentar o Cavaleiro de Leão. Shaka e Aiolia iniciaram uma possível Guerra de Mil Dias, mas Saga de Gêmeos utilizou o Satã Imperial em Aiolia, e a luta acabou ali. Shaka não abriu os olhos durante esta luta.<br /><br />Durante a primeira Batalha das 12 Casas, Shaka enfrentou e derrotou Seiya, Shiryu e Shun com certa facilidade. Porém o seu adversário de fato foi Ikki de Fênix. Durante a luta, Shaka de Virgem brincou com o Cavaleiro de Bronze, revidando seus golpes e usando de ilusões. Além disso, tentou enviá-lo a outra dimensão com o Círculo das Seis Existências. Porém Ikki resistia a tudo, mesmo debilitado. Então Shaka abriu os olhos e usou o Tesouro do Céu, golpe que retira seis sentidos. O cavaleiro de Fênix perdeu os sentidos, e utilizou de um golpe suicida para derrotar Shaka, o que resulta na destruição parcial da Casa de Virgem. Os dois foram lançados para outra dimensão, de onde retornam com auxílio de Mu de Áries. Shaka de Virgem salva Ikki de Fênix da morte, restaura a armadura de Fênix e diz que o Grande Mestre não é de todo mau, e que o senso da justiça nele é grande, mostrando que sempre soube do que acontecia.<br />~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~<br /><!--sizeo:2--><span style="font-size:10pt;line-height:100%"><!--/sizeo--><!--coloro:#9ACD32--><span style="color:#9ACD32"><!--/coloro--><br />JULIANE DO VALE (Juliane.Chan) - RÉQUIEM<!--colorc--></span><!--/colorc--><!--sizec--></span><!--/sizec--><br /><br />Tears in Heaven Eric Clapton<br />Would you know my name?<br />If I saw you in heaven?<br />Would you be the same?<br />If I saw you in heaven?<br />I must be strong<br />And carry on, cause I know<br />I don’t belong here in heaven<br />Would you hold my hand<br />If I saw you in heaven?<br />Would you help me stand<br />If I saw you in heaven?<br />I’ll find my way<br />Through night and day<br />Cause I know,<br />I just can’t stay<br />Here in heaven<br />Time can bring you down<br />Time can bend your knees<br />Time can break your heart<br />Have you begging please?<br />Begging please<br />Beyond the door<br />There’s peace, I’m sure and<br />I know there will be no more<br />Tears in heaven<br /><br />Mime caminhava pela estrada que ligava o Palácio Valhalla a casa de sua família.<br /><br />Família! A menção da palavra faz o jovem loiro dar um sorriso triste. Não conheceu sua verdadeira família, seus pais biológicos. A única pessoa que amou e que representou uma família para ele foi seu pai adotivo Folken.<br /><br />Há muito tempo que não visitava o túmulo de seu pai, desde que era um garoto e ele morreu. Achou que já era tempo de vencer o temor e prestar a última homenagem.<br /><br />Então, um som chamou sua atenção. Teve a impressão de que escutou um gemido de dor. Seguindo o som, entrou na floresta. Logo, encontrou caído ao chão um senhor de idade.<br /><br />Mime se ajoelhou ao lado dele e ergueu a cabeça cheia de cabelos brancos do velho, cujo rosto, coberto por uma longa barba branca, parecia estar mais marcado pelos sofrimentos da vida do que pela idade.<br /><br />“Senhor, está ferido?”<br /><br />O velho abriu os olhos, que eram como dois rubis e murmurou algo incompreensível. Mime então, resolveu leva-lo consigo. Passando um dos braços do idoso por sobre o ombro, e segurando-o pela cintura, ele o levou até a casa que já foi de seu pai.<br /><br />Entrando, colocou-o em um enorme sofá e o cobriu imediatamente com uma colcha.<br /><br />“Ah...cof, cof...obrigado, meu rapaz.”-disse o velho com dificuldades, tossindo muito.<br /><br />“O senhor está ferido? Viajava sozinho?”-Mime estava realmente preocupado com o velho.-“Quer água?”<br /><br />“Sim, por favor! He,he...Não estou ferido, rapaz...cof, cof... O problema é que meu corpo não é tão forte como antes! Ah...não tenho mais condições de continuar a minha busca!”<br /><br />“O meu nome é Mime.”-ele o ajuda a beber um pouco de água.-“O que você busca?”<br /><br />“Onde estão meus modos? Obrigado, rapaz. Meu nome é Woden! Estranho.”-o idoso o olhou bem.-“Você me lembra tanto ela!”<br /><br />“Ela quem?”<br /><br />“Minha querida Heid!”-os olhos de Woden ficam marejados.-“Minha única filha! Ela morreu há muitos anos.”<br /><br />“Sinto muito! Não queria lhe trazer lembranças tristes!”<br /><br />“Não...tudo bem!”-ele se encosta no sofá, tossindo muito e sentindo as forças acabarem.-“Talvez eu morra e não quero que a minha história se perca. Gostaria de ouvir uma história triste, Mime?”<br /><br />“Se isso lhe trouxer algum conforto? Sim.”-e ele puxa uma cadeira e se prepara para ouvir a narrativa.<br /><br />“Se a história te chatear, me avise.”-Mime sorriu e Woden suspirou.-“Minha filha era uma jovem muito linda! Tinha os cabelos dourados e olhos iguais aos seus, rapaz!”<br /><br />Ele sorriu como se estivesse vivenciando tudo novamente.<br /><br />“Como era bondosa e meiga. Todos a admiravam e era muito querida. Adorava música, tinha um dom natural para tocar qualquer instrumento. Ela se casou com um soldado, chamado Endir, um rapaz bom que sempre amou e cuidou de minha Heid.”<br /><br />“Imagino que eles eram felizes!”<br /><br />“Sim. Principalmente depois do nascimento do meu neto, Yury.”-ele fecha os olhos.-“Mas, infelizmente só tive a oportunidade de segura-lo em meus braços uma única vez!”<br /><br />“O que houve?”-a narrativa emocionante estava tocando o coração de Mime.<br /><br />“Uma guerra. E a luta chegou até a casa deles. Pelo o que me disseram, meu genro e minha filha foram mortos por um guerreiro muito forte! E este levou meu neto com ele. Desde então, tenho vagado por esta terra, procurando por meu Yury. <br /><br />Prometi a mim mesmo que só morreria se voltasse a ver meu neto e tivesse a certeza de que ele está bem e se tornou um bom homem! Infelizmente, descobri quem era o guerreiro recentemente...e não terei forças para encontra-lo!”<br /><br />“Sinto muito.”-Mime levantou-se nervoso.<br /><br />A história era muito parecida com a sua...seria possível? Não, não podia ser. Era apenas coincidência.<br /><br />O velho reparou na harpa de Mime sobre uma mesa.<br /><br />“Vejo que tem uma harpa. Sabe tocá-la?”<br /><br />“Sim.”-Mime a pega.-“Meu pai me dizia que eu sempre tive um dom natural para a música.”<br /><br />Mime começou a tocar a harpa e o velho Woden sorriu. Ao ver Mime tocando, imediatamente percebeu algo.<br /><br />“Diga-me rapaz, seu pai...cof, cof...como se chama seu pai?”<br /><br />“Folken!”<br /><br />O velho deu um sorriso e disse:<br /><br />“É um bom...homem, Mime...Seu pai o criou bem!”<br /><br />E Woden cerra seus olhos, deixando uma lágrima rolar pela sua face. Então ele entrega a sua vida, com um sorriso em seus lábios.<br /><br />Mime se aproxima do corpo sem vida do homem chamado Woden, faz uma prece por sua alma, pedindo que Odin o aceite em seu Palácio e depois resolveu que iria até a vila mais próxima pedir que cuidassem de seu funeral.<br /><br />Então, reparou que Woden usava um medalhão por sob as roupas. Ele pega o objeto e o abre. Mime ao vê a foto tem quase certeza de que seu coração parou por alguns instantes para voltar a bater sem controle algum. Deixou o medalhão escorregar de suas mãos. Ao cair, o medalhão permanece aberto, revelando a imagem de um casal feliz, abraçando um bebê.<br /><br />Sentiu as pernas bambas e se ajoelhou diante do corpo sem vida, apertando firmemente a mão dele, enquanto lágrimas rolavam soltas pelas suas faces, ele murmurou:<br /><br />“Vovô...”<br /><br />Além da porta<br />Existe paz, tenho certeza.<br />E sei que não haverá nunca mais<br />Lágrimas no paraíso.<br /><br />FIM.<br />~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~<br />]]></description>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 19:17:16 -0300</pubDate>
		<guid>http://www.ssforum.com.br/index.php?showtopic=1210</guid>
	</item>
</channel>
</rss>